Através deste vídeo desejo que de forma bem humorada possam compreender um pouco sobre seus direitos e que visualizem o que redige a NR17 que é uma norma que especifica quais são as condições mínimas de conforto físico e mental que uma empresa deve oferecer para não prejudicar a saúde do seu funcionário.
seg09
sábado, 18 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Aumenta número de acidentes de trajeto no Brasil
| Aumenta número de acidentes de trajeto no Brasil |
![]()
Data: 26/12/2011 / Fonte: Consultor Jurídico
Mais de um terço dos acidentes de trânsito que ocorreram no Brasil em 2010 foram computados como acidentes de trabalho. Das 252 mil pessoas envolvidas em acidentes de trânsito, 94.789 foram registradas pela Previdência Social como vítimas de acidentes de trajeto.
Classificado como acidente de trabalho, o acidente de trajeto engloba danos causados à saúde do funcionário no caminho de casa para o trabalho ou vice-versa. O número registrado em 2010 representa acréscimo de 4 mil em relação ao ano anterior.
O aumento vai na contramão do total de acidentes de trabalho, que apresentou redução de 4% (9.042 registros) no mesmo período, de acordo com dados do INSS.
O acidente de trajeto dá ao funcionário envolvido os mesmos direitos de acidentes de trabalho típicos, como estabilidade de 12 meses após receber alta pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), recebimento de salário em afastamentos de até 15 dias e auxílio-doença acidentário em afastamentos maiores que isso.
O aumento dos registros se deu, segundo o advogado especializado em Direito Trabalhista e Previdenciário Luis Augusto de Bruin, "porque a Previdência começou a computar melhor. Antigamente a própria empresa não abria Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) na Previdência Social, dando apenas benefícios de acidente comum ao trabalhador", explica.
Acidentes "subnotificados"
Mesmo com o aumento de registros, Bruin considera o número baixo. Alexandre Gusmão, diretor do Anuário Brasileiro de Proteção, concorda. "Se pensarmos em todas as pessoas que se acidentam no trânsito, tirando o que acontece nos finais de semana, a vítima quase sempre está se deslocando para o trabalho ou até mesmo trabalhando", afirma.
Segundo Gusmão, os acidentes são "subnotificados", registrados como acidentes normais, tornando-se, assim, menos onerosos às companhias do que os acidentes de trabalho, por não ser necessário dar estabilidade ou recolher depósitos fundiários.
O funcionário acidentado tem o direito de pedir à empresa a emissão de CAT, que também poderá ser emitida por seus dependentes, pela entidade sindical competente, pelo médico que o atendeu ou qualquer autoridade pública, explica o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, Francisco Ferreira Jorge Neto.
Nos casos em que a companhia se nega a emitir a comunicação, é possível também recorrer à Justiça do Trabalho e pedir danos materiais e morais. "O trabalhador, em querendo, pode ir ao Judiciário Trabalhista, expondo os fatos quanto à caracterização do acidente de trajeto e requerer a condenação do empregador na obrigação de fazer quanto à emissão do CAT. Além deste pedido, o empregado deve solicitar os danos materiais decorrentes da não emissão do CAT, além de danos morais, bem como o reconhecimento judicial da estabilidade ou garantia prevista no artigo 118 da Lei 8.213/91."
O acidente no caminho entre a casa e a empresa só poderá ser descaracterizado como acidente de trabalho quando há desvio muito relevante na trajetória. "Como ida ao futebol, a uma confraternização ou a parada em um bar para tomar cerveja com amigos", exemplifica o desembargador Jorge Neto.
Foto: Divulgação NTU
|
Acidentes de trabalho aumentam 112% em oito anos
| Acidentes de trabalho aumentam 112% em oito anos |
![]()
Data: 16/11/2011 / Fonte: Personal Service
O Brasil está entre os 10 países com o maior número de vítimas de acidente de trabalho. Dados mais recentes da Previdência Social mostram que, em 2009, foram registrados 723,5 mil acidentes de trabalho no Brasil, sendo que quase 2,5 mil terminaram em mortes. Uma média de quase sete mortes por dia.
De 2008 para 2009, o número de acidentes de trabalho no país diminuiu 5%. Mas o percentual chega a ser irrelevante, se comparado às estatísticas de 2001, quando ocorreram cerca de 340 mil acidentes. A indústria foi responsável pelo maior número de acidentes - o ramo de comércio e reparação de veículos responde pela grande parte deles.
Os gastos do governo com auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadorias por invalidez chegam a R$ 10,7 bilhões por ano. Por saberem que as despesas com tratamentos, contratação de nova mão de obra e até indenização podem ser muito maiores, muitas empresas adotam uma política de prevenção de acidentes com os funcionários. Alex Rafael dos Santos, gerente de segurança, meio ambiente e saúde da Personal Service, onde esse trabalho é feito de forma bastante criteriosa, observa: "É indispensável fornecer equipamento adequado, informações e fazer um acompanhamento nas instalações para saber se os funcionários estão fazendo uso do material, além de verificar se estão em boa qualidade".
Para informar os funcionários de maneira mais eficiente, a Personal Service desenvolveu um quizz. "É um diálogo semanal de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS), que acontece de forma eletrônica. Ele recebe uma pergunta que deve ser respondida para que então seja realizado o diálogo entre nós. Ao responder, o sistema registra automaticamente se a resposta foi correta ou incorreta, pontuando aqueles que acertam. Para estimular a leitura criamos um shopping virtual onde os pontos podem ser trocados por brindes. A ideia é informar e prevenir novos acidentes", conclui.
O objetivo final destas ações se resume em alinhar, unificar e reforçar conceitos internos para, no mesmo passo, propagar a importância da segurança do trabalho no dia a dia de todos os funcionários.
E as iniciativas vêm apresentando resultados. No intervalo de um ano, a Personal Service reduziu em aproximadamente 58% o número de acidentes típicos (acidentes que acontecem no exercício da atividade) com ações prevencionistas pontuais, tais como: Diálogos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, treinamentos e inspeções em campo, divulgação em contracheque, etc. Também vale ressaltar que o número de dias perdidos diminuiu 50% impactando dessa forma na taxa de gravidade da empresa.
Atualmente o grande desafio da Personal Service refere-se ao controle dos acidentes de trajeto, que muitas vezes são ocasionados pelas más condições das vias públicas, e a empresa não tem ação direta e ainda é punida pelo FAP, já que esse tipo de acidente é considerado para seu cálculo.
Foto: Divulgação Personal Service/Ampla Energia
|
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
  ; O vídeo apresenta, por meio do personagem Napo, algumas questões sobre a observação e cumprimento das normas de segurança que são apresentadas no primeiro dia de trabalho a fim de evitar acidentes. Produzido pela Deutsch Gesetzliche Unfallversicherung, a Associação Alemã de Seguro de Acidente de Trabalho.
Introdução Napo em 'começar com segurança'
Episódio 1: Em caso de dúvida, Pergunte!
Episódio 2: Digno de atenção
Episódio 3: Muita Informação
Episódio 4: Cuidado com a limpeza no trabalho
Episódio 5: É melhor não bancar o herói
Episódio Final: Chega um novo colega
Assinar:
Postagens (Atom)

















